e aqui estou eu no meio de uma sessão de formação sobre WebCt… só venho ao primeiro dia e depois conto. Agora não posso escrever mais ou ainda me “topam”
em formação
20 April, 2006Os meus jogos (in progress)
9 April, 2006Os meus jogos (in progress…)
Este momento é tão bom como outro qualquer para começar a fazer a minha história dos videojogos. Optei por um formato de lista porque muitos deles foram jogados de forma intercalada. Optei por ordenar pelas datas originais de lançamento mas nem sempre joguei aquando da sua edição ou pela ordem de edição. Não estão aqui todos… Só os mais importantes, aqueles que me tomaram mais tempo ou que despertaram mais interesse e curiosidade, aqueles que ainda estão vivos na memória.
Última consideração: estes jogos foram jogados em diferentes períodos/idades da minha vida, não correspondem aos meus favoritos de sempre ou actuais! Isso será noutro altura
Novamente o ghostly hero
9 April, 2006O DAC (um dos principais officers da guilda) perguntou se eu podia ir dar uma ajuda numa missão que o irmão dele (também membro da guilda e officer) tinha para fazer. Disse que sim e lá fui eu
A missão correu bem e fizemos a missão e bónus (missão secundária) logo à primeira tentativa. Por acaso, acabou por ser mais útil do que pensava inicialmente porque ainda não tinha feito a missão secundária (o bónus). Confirmei uma ideia-chave de coordenação, de jogo em equipa, o melhor é só ser uma pessoa a “designar os alvos” (call targets), a identificar quem devemos a atacar e a concentrar a capacidade de ataque.
Entretanto, durante a missão, encontrei novamente o Ghostly Hero e fiquei novamente (já aqui falei disto) impressionado com a semelhança comigo… Ah claro que o GH está numa forma física mais apurada
)) São as (des)vantagens de passar os dias a combater monstros e a carregar uma espada

Neslon e alguns pensamentos sobre os monges
9 April, 2006Recomecei a aventura com um monge (Neslon Nafergo) e como achei que esta “foto” tinha ficado bastante bonita, resolvi partilhar a aparência do meu novo personagem:
Neslon Nafergo algures a caminho da Nolani Academy

A escolha de monge para profissão principal não foi aleatória. Existe uma grande procura de monges no jogo. Essa procura é mais visível nas cidades onde existem missões (é comum encontrar mensagens de alguém que está a formar uma party a explicitar que precura monges) mas não é raro ler mensagens de guildas que estão a recrutar afirmando que monges são especialmente bem-vindos. Como na nossa guilda não temos muito monges, resolvi experimentar e… estou a gostar.
O monge tem como principal função ou característica curar os seus colegas de equipa. Num certo sentido, daquilo que tenho visto e lido, é praticamente a única profissão que tem presença assegurada em qualquer situação. Ou seja, existem team builds com todas as profissões mas nenhuma, ou quase nenhuma (ainda não encontrei uma que o fizesse), prescinde de, pelo menos, um monge. Como o monge também tem alguma skills que provocam dano no adversário, é fácil ver a sua utilidade…
Escolhi o warrior como primeira profissão (na realidade, o primeiro foi um ranger, mas apenas por algumas horas… mais info aqui) porque era aquele que me parecia com maior capacidade de adaptação, o mais resistente. Não me enganei, mas ainda não conhecia a dinâmica do jogo e a sua forte orientação para jogar em equipa (quer com henchmen – npc’s-, quer com outros jogadores). Ou seja, como posso levar npc’s warriors comigo, não preciso de ser warrior
Por outro lado, como existem muitos warriors (parece haver uma tendência global para os warriors… existem tantos… será pelo mesmo motivo que me levou a escolher warrior? porque as pessoas julgam que vão explorar sozinhas o mundo? ou haverá outras explicações?), ser monge abre muitas portas, distingue-me e é de grande utilidade… Boas razões para continuar!
A história da Aliança
5 April, 2006No dia 27/3, o NY apareceu no fórum da nossa página para deixar uma mensagem a pedir que o contactássemos para conversar sobre uma possível Aliança. Vinha em nome de uma guilda que até aí não conhecíamos, os UH. O TL respondeu logo à mensagem no fórum, assegurando que eu o contactaria logo que possível.
Nesse dia, ou no seguinte, ainda não tinha lido a mensagem no fórum, fui contactado pelo NY dentro do jogo. Não percebi muito bem quem era, nem o que pretendia, porque estava no meio de uma “batalha” e escrever frases com sentido no meio de espadas e setas é uma tarefa para além das minhas capacidades (apesar de suspeitar que existem vários jogadores que conseguem e ter a certeza que muitos conseguem escrever mais do que eu)
Deixei a conversa para mais tarde e entretanto o TL e o DAC avisaram-me do que se estava a passar. Quando voltei a falar com o NY, já sabia o que pretendia e a conversa foi decorrendo com normalidade. Conversámos durante algum tempo, ele aproveitou para me mostrar a nova aldeia dos Luxon que eu ainda não conhecia, trocámos opiniões sobre diversos aspectos do jogo, foi muito agradável.
A ideia exposta era simples: vem aí o Factions, passa a ser possível construir Alianças (alianças de guildas) e a guilda dele estava a contactar diversos interessados. Ele assumiu-se como Alliance Officer, tinha a responsabilidade, na sua guilda, de encetar os contactos necessários para criar uma Aliança. Connosco, a Aliança já teria 6 guildas. Fui convidado a participar numa reunião entre Leaders/officers das 6 guildas às 6am de 2ª feira (algumas guildas são dos EUA). Claro que não podia ir… avisei-o da impossibilidade mas comprometi-me a enviar mail com minhas ideias.
No sábado (1/4), voltámos a conversar e ele foi convidado a entrar no nosso Guild Hall (foi o nosso primeior dia de Guilda), fizemos uma party juntos, convívio salutar entre um membro de outra guilda e nós. Enviei mail com as minhas ideias e conversei no jogo com o NY sobre essas mesmas ideias.
Ontem, soube que afinal a reunião teve de ser cancelada e vai ser remarcada. Desta vez, NY vai tentar uma hora mais aceitável
Entretanto, já estamos certos que vamos pertencer a uma Aliança com outras 6 guildas. Até ver…
[@more@]
Convite para uma Aliança
5 April, 2006Nos últimos dias, fomos contactados por um membro de outra guilda (através do fórum da nossa página) para saber da nossa disponibilidade e interesse em pertencer a uma Aliança. As Alianças são uma novidade do Factions, passa a ser possível constituir uma aliança entre guildas, julgo que o máximo são 10 guildas, e lutar pelo controle de cidades onde depois será possível fazer paradas, fogo de artifício, etc. Ainda não se sabe muito bem como vão funcionar as Alianças, suas características e potencialidades/limitações, mas já existem várias guildas a mostrar interesse e a mover-se nessa direcção. Ainda não se sabe muito bem o que vão ser as Alianças mas já se sabe que vão existir e, pelos vistos, esta certeza chega para iniciar os contactos…
Mais sobre esta novidade daqui por umas horas…
Passou mais um ano e Cantha está a a chegar!
5 April, 2006Sei bem que já passaram uns dias (foi dia 27/3) mas acho que devo partilhar que já sou um ano mais velho
Já atingi os 33! A minha auto-prenda? O Factions claro! Logo que o encontre nas prateleiras de uma qualquer loja…

No final deste mês (dia 27/28), arrancam os servidores e Cantha ganha vida. Vou poder visitar uma série de cidades novas e ver… as tartarugas!!!

Wikis e podcasts
5 April, 2006As novas ferramentas de comunicação também estão a ser utilizadas pela comunidade de jogadores de GW. Actualmente, ou pelo menos de há uns meses a esta parte, fala-se muito de wikis e podcasts (os blogs já são conhecidos há alguns anos…). Para já, o que consegui descobrir é que estas ferramentas já são utilizadas, e com bastante sucesso, por esta comunidade:
GuildWiki – uma wikipedia feita por jogadores de GW onde é possível encontrar toda a informação possível (muito mais do que a informação disponível no site oficial!). Existem descrições de áreas/regiões, mapas, descrições de items, personagens, modos de jogo, comportamentos incorrectos ou vigarices e burlas (sim também existem dentro do jogo…), etc. Toda a informação é recolhida por jogadores, funciona como qualquer outra wiki. A página é bastante popular, vários membros já a conheciam antes de entrarem na guilda, e serve como um apoio rápido online que pode ser consultado a qualquer momento para tirar dúvidas ou ajudar na conclusão de uma missão. Um dos aspectos interessantes (partilhado pelas outras wikis) é a simplicidade do design, o seu minimalismo, que se reflecte na velocidade de acesso à informação e sua legibilidade.
GuildCast – um programa áudio com uma periodicidade variável (parece-me que sai um episódio novo em cada 5 a 10 dias). Vai no episódio 22. Ainda estou a explorar/ouvir mas parece ser um jogador que reúne informações de várias fontes, elabora uma compilação e lê o texto. É como se um amigo (a linguagem é bastante informal e cheia de termos de GW gamer) estivesse a contar/relatar as novidades.
Entretanto, descubro que o Gaming Steve, um site de notícias em formato podcast sobre videojogos, tem um episódio totalmente dedicado ao GW:Factions com uma entrevista ao Jeff Strain, um dos líderes (o mais conhecido) da Arena.net, a empresa que criou GW e o GW:Factions. Vou ouvir
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