A mulher de Savater, o próprio, a minha mulher e eu

Adoro a minha mulher também por causa destes pequenos pormaiores que me oferece 🙂 Foi ela que me alertou para isto:

Fernando Savater: “A minha mulher, que é muito afeiçoada aos videojogos, fez-me ver que normalmente se passa do romance ao jogo: “O Senhor dos Anéis”, por exemplo. Disse-me ela: e se fosse ao contrário, e se pegássemos no esquema de um jogo de computador e o trasladássemos para um romance? Efectivamente, essa é uma forma de narrar diferente. “

(…)

“o que fiz foi pegar no mecanismo dos jogos de computador. Ou seja, não é um romance no sentido habitual do termo, mas sim um desses jogos multimédia convertido em romance.”

Excertos de uma entrevista a Fernando Savater publicada no suplemento “Mil Folhas” (edição de 1 de Julho do Público) retirados do blog alcameh

Como devem calcular, será a minha próxima aquisição 🙂 talvez assim possa desbloquear a minha vontade e inspiração… ‘brigado Maria 🙂

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