O Anoitecer começou de noite e acabou de manhã

Ontem, ao final da tarde, tinha uma alegre surpresa à minha espera: a embalagem da Amazon 🙂 Lá dentro, o meu Guild Wars:Nightfall Collectors Editions cheio de prendas 😀 Senti-me no natal!!!!
Depois de explorar com cuidado o artbook e ficar deslumbrado com os posters e o mapa, resolvi fazer nascer Nxaa Nafergo, o meu paragon, o meu modelo de virtude e excelência.


Antes de começar a contar as aventuras de Nxaa, é preciso relembrar que estamos em pleno Halloween e, no Guild Wars, isso significa muita coisa: decoração a rigor, eventos especiais, items especiais, etc… Ou seja, o nascimento de Elona surge associado ao Halloween e não há palavras para descrever o cenário… Em Lion’s Arch, o cenário também é deslubrante (o caldeirão gigante, o barco com fantasmas a rodopiar, a lua gigante, etc…) mas nada bate o cenário de Kamadan no novo continente de Elona. Vejam depois os screenshots para perceberem o entusiasmo.

Kamadan, a principal cidade de Elona, pelo menos na fase inicial do jogo, está decorada a rigor e na sua praça central, para não variar, vários dançarinos exibem os seus dotes. Sente-se já que agora é a sério, não é um Beta event, as mensagens de WTS  (want to sell) e WTB (want to buy) não deixam dúvidas. Toda a gente aguarda a chegada do Mad King que vai contar piadas sem graça, mostrar uma armadura magnífica e distribuir prendas por entre os presentes, destacando-se os muito desejados “chapéus de bruxa” 🙂 Infelizmente, o horário é marcado pelo servidor central nos EUA (o Mad King aparece em simultâneo nos servidores americanos, europeus e asiáticos) e isso significa que na Europa os chapéus só começaram a ser distribuídos às 8am (!!!). Depois, durante umas 12 horas, o Mad King reaparece de 3 em 3 horas para repetir o evento. Devo confessar que quase aguentava até à hora mas o cansaço venceu. Entretanto, o meu parceiro de exploração do primeiro dia em Elona (também membro da guilda) já me disse por telefone que tinha 2 chapéus para mim 🙂

A primeira fase do jogo já não apresentou grandes surpresas (ainda não cheguei a zonas novas, ainda só explorei locais que já conhecia do World Preview Event – +-6% do espaço total de Elona) mas foi muito mais interessante. Para além de agora ser “a sério”, andei sempre (ou quase sempre) em party com outro membro da guilda: 2 paragons com os seus 2 heroes 🙂 Explorar em grupo é mais engraçado, a sensação de chegar a um local novo ou de concluir/solucionar uma missão é mais agradável quando partilhada. A descoberta é feita em conjunto e estamos sempre a usar o chat para mostrar o nosso entusiamo: “olha aqui dá para comprar uma armadura nova”, “olha a minha armadura nova, já viste?”, “tou a equipar o meu hero, pera aí”, “há quests para fazer por aqui?”, “onde andas? já viste este [preencher com qualquer coisa que tenha surpreendido]”, “já tens uma spear nova? onde arranjaste? craftaste?” etc. Adoro estes termos novos: craftar, dropar, levelar, etc.

Existem bastantes dervish (o que era previsível, tendo em conta a quantidade que já existia no WPV), também por isso escolhi um Paragon para começar a explorar Elona. As outras razões prendem-se com a armadura (as dos paragon são bem mais bonitas 🙂 e com o facto de já ter experientado o dervish durante o WPE. Ainda assim, vi bastantes outras profissões, mais do que estava à espera, e vários lvl 20 (emigrantes de Cantha ou Tyria).

Os heroes já não foram uma surpresa mas são uma inovação excepcional e introduz coisas novas. Agora já não basta levelar o nosso char, temos também de levelar o hero 🙂 Não chega arranjar armas e materiais para o nosso char, temos de fazer tudo em duplicado ou triplicado ou…. dependendo do nível em que queremos os nossos heroes (à medida que o jogo avança vamos podendo ter acesso a novos/mais heroes e o problema recomeça). A possibilidade de comandar e personalizar os heroes (equipamento e skills) é uma funcionalidade útil sem paralelo nos outros mmorpgs que traz novidades aos PvE e introduz uma componente táctica interessante nos conflitos. Tenho de desafiar o meu parceiro para um Hero Vs Hero 🙂 Um PvP entre nós com auxílio dos heroes.

Os titles (etiquetas/designações que surgem associadas ao nosso nome e que são visíveis, se assim o desejarmos, para os outros jogadores – lista de titles existentes http://www.gwonline.net/wiki/index.php/Titles) sunspear foram um dos aspectos que mais me tinham agradado durante o WPE. Ontem, uma boa parte da exploração foi passada a farmar sunspear points com o meu hero (o Koss) e em party com o meu guildie (e o seu hero). Os sunspear points são obtidos como recompensa de missões concluídas ou através de caçadas a animais específicos (tenho uma marcada para hoje!!! Talvez se consiga fazer uma party de guilda…). Existem uns títulos novos, introduzidos com o NF, que vão sendo obtidos à medida que vamos acumulando pontos (vejam aqui a evolução http://www.gwonline.net/wiki/index.php/Titles#Sunspear_Titles) e a partir dos 1000 pontos o título de Sunspear Commander pode passar a ser ostentado (para os outros jogadores verem) com o nosso nick. É uma questão de prestígio e assinala nosso “nível”. Já consegui mais de 500, neste momento o Nxaa é Sunspear Captain, e hoje vou tentar chegar aos 1000!!!! 🙂

Ainda não explorei o esquema de gravar builds, mas é útil e vou ter de perceber melhor como funciona. Já deu para ver é que existem umas modificações interessantes no esquema das armas (nas possibilidades de construção, melhoorar, as armas).

A certa altura, alguém falou português no chat local e logo vários outros personagens revelaram a sua nacionalidade lusitana.  Por entre sugestões de transformar a festa do Halloween num arraial com bifanas, vinho tinto e espectáculo musical do Quim Barreiros (em vez do Mad King que faz a sua aparição apenas nesta altura), muito bom humor e a sugestão de talvez um dia pudesse existir um convívio marcado, tipo “Portugueses apareçam em Kamadan, no English District 1, às 23h”. Era engraçado… talvez sugira isso no Portnet.

Como o mundo agora é Elona, resolvi fazer as quests necessárias para que o Lennos, a Raami e a Maria pudessem chegar a Kamadan. Novas aventuras esperam-me…

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