da costa à contra-costa

Anteontem à noite voltei a ser o Sasha por umas horas. Viajei até Beacon’s, recordando com saudade a maravilhosa diversidade e beleza da paisagem de Tyria (é a minha favorita…), e arranjei forma de chegar a Droknars. Não foi fácil… Primeiro, tentei contratar um runner mas os preços praticados e a percentagem de sucesso não eram nada convidativos. A certa altura, já farto de estar à espera, reparei que estávamos 4 pessoas em Beacons com o mesmo objectivo: chegar aos Southern Shiverpeaks. Lancei para o ar uma possibilidade: e se nos juntássemos e fizéssemos a viagem de forma mais tradicional (leia-se: lutando e correndo)?

E assim surgiu um grupo de 4, com mais 2 heroes, que me “ofereceu” uma das mais deliciosas viagens que já fiz… paisagem fabulosa, bem jogado (foi pena ter morrido 1 vez… mas valeu a pena), bom espírito. Eu era o tank, único warrior, levámos 2 heroes healers, 1 paragon de lvl 20, 1 elementalista de lvl 20 e um necro de lvl 13 que passou a maior parte do tempo morto 😀
Logo junto umas imagens mas dificilmente posso esquecer a alegria de chegar a Droknars e a beleza de passear por caminhos sinuosos no topo de montanhas cobertas de neve. Devia haver mais viagens destas…

Entretanto, o Sasha agora parece mesmo um guerreiro medieval, armadura mais próxima do medieval clássico, espada (uma longsword – a Grognars – que lembra as espadas enormes das crusadas) e escudo. Um cavalo e era perfeito 😀

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